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Archive for the ‘Espiritualidade’ Category

Renúncia


Acabo de ler um livro extraordinário de Chico Xavier, chamado Renúncia. Conta a história de uma alma de muita luz, chamada Alcíone. Ela veio ao mundo a pedido de seu amado para ajudá-lo em sua ventura na Terra, a fim de aperfeiçoar seus conhecimentos e se aprimorar como ser, aproximando-se mais de Deus.

Muito mais compreendida das coisas divinas, Alcíone demonstra em todas as suas passagens, uma sabedoria e amor inexplicáveis para nós, que temos tanto a aprender nesse mundo.

Esse livro me surpreendia a cada atitude e comportamento de Alcíone perante os obstáculos experimentados na vida terrena, a ponto de causar surpresa e encantamento a cada situação. É realmente uma lição para todos que quiserem penetrar no caminho do amor, compreensão e altruísmo.

E mais, diria que é um livro, apesar de seus preceitos espíritas, deveria ser apreciado por qualquer pessoa cristã, que quisesse uma boa leitura para conforto espiritual e um exemplo para a prática dos ensinamentos deixados por Cristo.

 “O Cristianismo jamais será doutrina de regras implacáveis, mas sim a história e a exemplificação das almas transformadas com Jesus, para glória de Deus.”

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Nascemos bons ???


Por dentro da mente dos bebêsEstava eu, passeando no SESC com minha filhinha de 2 anos, quando me deparei com a capa da revista Época que trazia a seguinte matéria : “Por dentro da mente dos bebês“. E como todas mães (ou a grande maioria!), quis saber o que se passa na cabecinha daquele ser que aparenta precisar ser ensinado de tudo.

Qual não foi minha surpresa ao perceber que estava totalmente enganada…segundo a psicóloga americana Alison Gopnik, professora da Universidade da Califórnia, em Berkeley, os bebês são mais consciente que nós, adultos. Ela é a autora de The philosophical baby (O bebê filosófico), uma compilação de estudos científicos que forma o mais completo retrato da mente infantil até hoje.

E mais, defende a idéia de que eles demonstram qualidades morais inatas(!!!).

Ou seja, já nascemos sabendo distinguir o certo do errado…como se Deus nos colocasse no mundo dizendo “você estará no meio de todos os tipos de pessoas e de situações…mas você saberá o que fazer”.

Aos meus olhos, esta conclusão me parece totalmente plausível…mas ainda neste raciocínio, como podemos conciliar a suposição da ciência de que determinados indivíduos nascem psicopatas, por exemplo??? Ou que algumas pessoas já tem uma predisposição para matar, roubar e cometer crimes ??

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Consideremos o livre-Arbítrio…


“Conhece-se um Deus que, por definição, é amor. Entretanto, é um Deus cuja salvação é concedida somente por meio da aceitação da sua palavra. É preciso ajoelhar e adorar somente a Ele, mas, se assim não fizer, porque Ele é bom e amoroso, e gosta de você, ganharás a condenação eterna, onde haverá choro e ranger dentes. Sendo assim, é melhor servi-lo, já que, praticamente, não há escolha. Essa forma de serviço nada mais é que uma previdência privada espiritual. Vamos garantir um futuro bom e agradável na vida após a morte. Obviamente é um serviço com diversas implicações. Como se não bastasse, é necessário se moldar segundo o querer dessa divindade. Existem mandamentos a serem seguidos, posturas a serem tomadas e a vontade pessoal para ser renunciada. Sabe aquele seu sonho precioso? Esqueça! Renuncie ele em nome de Jesus. Tudo deve dar lugar a vontade superior de Deus, que é inabalável e opressiva. Muitos entendem que servir a Deus é ser escravo dEle. Deve-se agrada-Lo para obter seu favor. Dar o dízimo, cumprir a promessa, peregrinar, fazer correntes de oração, vigílias, perguntar se faço, ou não, se é para ir ou pra ficar, se digo sim ou não, etc, etc.

Dependendo da perspectiva que se vive o serviço a Deus,  aquele que serve perde sua humanidade para tornar-se um “andróide”, fiel e submisso ao seu programador.  Que Deus é esse que presenteia sua criatura com a liberdade, já com objetivos de que essa criatura se abdique desse presente como condição de salvação? Que Deus é esse que dá livre-arbítrio, mas condena quem não cumpre sua vontade?”

Lendo esse trecho de um post, surge mentalmente linha de pensamento que tem muita gente que acredita: que somos apenas criaturas-robô programadas a para fazer o bem e que nunca seremos “desligados” se seguirmos o manual.

A questão do livre-arbítrio também é relatada de modo interessante, já que realmente não parece que temos escolha se considerarmos um futuro de sofrimento eterno por conta de algumas atitudes consideradas erradas. Além do que, realmente me parece mais autoritarismo do que autoridade,  imaginar que Deus simplesmente nos abandonaria se não cumprirmos sua vontade.

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Perdão


Muito se fala sobre o Perdão e sobre a importância de se perdoar. Mas a quem perdoar e por quê perdoar?

Jesus nos ensinou: “se perdoar aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará”.

“Quem não perdoa os erros dos semelhantes, condena a si mesmo.” (Meimei)

Devemos então perdoar a todos! Somos imperfeitos e poderemos (e iremos) errar muito, afinal aqui é a nossa escola. Estamos aqui aprendendo, e muito se aprende com os erros.

Quem aqui está apto a julgar e condenar os erros do próximo? De repente uma pessoa que não tem erros? Se nem Jesus, que é o espírito mais perfeito da Terra condena, quem somos nós para condenar? Se Jesus ama a todos e dá a oportunidade de resgatarmos nossas ofensas com amor, trabalho, por quê nós deveríamos nos achar melhores que os outros e lhes apontar o dedo?

O perdão purifica, eleva nossa alma. Ele pode ser mais benéfico para quem está perdoando do que para o perdoado. Guardar rancor, ressentimento e ódio por uma pessoa contamina o corpo e envenena a alma, por isso o perdão é tão importante para nós, espíritos em evolução.

Somos todos iguais, e o erro que nos ofende agora, pode ser a maldade que fizemos no passado.

Sim, tudo é muito bonito quando se lê, quando não temos nenhuma ofensa a perdoar. Mas quando temos…

…. qual é a maior dificuldade em PERDOAR?

Boa semana a todos! Muita luz!


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mentes_perigosas_psicopata_mora_ao_lado1Ana Beatriz Barbosa Silva é autora do livro “Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado”. Este livro esclarece questões referentes à psicopatia, um transtorno de personalidade que se dá quando a pessoa nasce com um problema no sistema límbico do cérebro.

Estou copiando aqui um trecho da entrevista que ela deu para a revista Época em outubro do ano passado:

“ÉPOCA – Qual é a natureza da psicopatia? Os psicopatas nascem assim?
Ana Beatriz – Os psicopatas nascem com um cérebro diferente. Os seres humanos têm o chamado sistema límbico, a estrutura cerebral responsável por nossas emoções. É uma espécie de central emocional, o coração da mente. Em 2000, dois brasileiros, o neurologista Ricardo Oliveira e o neurorradiologista Jorge Moll, descobriram a prova definitiva dessa diferença da mente psicopata, por meio da chamada ressonância magnética funcional, que mostra como o cérebro funciona de acordo com diferentes atividades. Nesse exame, mostraram imagens boas (belezas naturais, cenas de alegria) e outras chocantes (morte, sangue, violência, crianças maltratadas). Nas pessoas normais, o sistema límbico reagia de forma diversa. Nos psicopatas, não há diferença. O sistema límbico dessas pessoas não funciona. O pôr do sol ou uma criança sendo espancada geram as mesmas reações. Da mesma forma, não há repercussão no corpo. Eles não têm taquicardia, não suam de nervoso. Por isso passam tranqüilamente num detector de mentiras.”

Fazendo uma análise desta questão, e supondo que a pessoa nasce psicopata…Espiritualmente falando, podemos de alguma maneira culpar a alma dos atos provenientes de um corpo “com defeito”? Qual a justiça entre comparar os atos de uma pessoa que tem o cérebro “normal” (será que existe um?) com os atos de uma pessoa com um cérebro neste estado? Se não é justo, qual seria a justificativa para que algumas pessoas já nasçam predispostas a não ter sentimentos???

Sei que a questão é complexa…e provavelmente não chegaremos a um consenso geral…mas vale a pena pensarmos a respeito.

Um abraço a todos.

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tristeAcho que todos já ouviram falar esta expressão… Mas será que está totalmente correta?

Vamos trazê-la para o lado prático e do ponto de vista de um homem comum, como somos. Se alguém tenta nos fazer o bem e mesmo assim, tem como resultado algo insatisfatório, esse cara é digno de nosso malgrado?

Será que não devemos considerar nem um pouquinho, todo o esforço e a intenção que a pessoa teve, ao invés de simplesmente puni-la pelo resultado errado ou ruim? Em minha opinião é uma puta sacanagem com o nosso colega.

Você realmente acha que um estuprador teve como primeira intenção “fazer amor” com a vítima?? Que um assassino em série, na verdade queria se aproximar da pessoa, e frustrado acabou matando todas elas??? Ah…conta outra…

É claro que não dá pra considerar apenas a intenção da pessoa quando se espera que ela realmente acerte no alvo.

Mas vamos considerar né…

O que acham???

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Um caminho


Deus

Deus

DEUS

Passei tanto tempo te procurando.
Não sabia onde estavas, olhava para o infinito não Te vias.
E pensava comigo mesmo, será que Tu existe?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava Te encontrar nas religiões e nos templos.
Tu também não estavas.
Busquei-Te através dos sacerdotes e pastores,
Também não te encontrei.
Senti-me só, vazio, desesperado e descri.
E na descrença Te ofendi,
E na ofensa tropecei,
E no tropeço cai,
E na queda senti-me fraco,
Fraco procurei socorro,
No socorro encontrei AMIGOS,
Nos amigos encontrei carinho,
No carinho eu vi nascer o AMOR,
Com o amor eu vi um mundo novo.
E no mundo novo resolvi viver,
O que recebi, resolvi doar.
Doando alguma coisa muito recebi,
E em recebendo senti-me feliz,
E ao ser feliz encontrei a PAZ,
E tendo paz foi que enxerguei,
Que dentro de mim é que TU estavas.
E sem procurar-TE,
Foi que TE ENCONTREI.

(Autor desconhecido)

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